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27fev

Ciência vem estudando como retardar o envelhecimento e aumentar a expectativa de vida

Em meados do século 19, a expectativa de vida era de cerca de 40 anos na maior parte do mundo. Hoje, gira em torno dos 80 anos no norte da Europa, referência em longevidade para o restante do planeta.

A redução da mortalidade infantil teve grande parte nesse fenômeno. Mas agora as pessoas chegam a idades mais avançadas em melhores condições, e novas pesquisas na área da medicina podem estender ainda mais a expectativa de vida da população.

Uma delas diz respeito a como usar a impressão 3D para criar órgãos que não sejam rejeitados pelos corpos dos pacientes, uma vez que a morte por velhice muitas vezes está relacionada a disfunções de órgãos vitais como o coração, os pulmões ou o fígado. 

Outra analisa como o microbioma do trato digestivo humano (incluindo bactérias, fungos, vírus e outros micróbios) poderia afetar o envelhecimento. E ainda há estudos voltados a como impedir o envelhecimento celular e rejuvenescer órgãos e tecidos.

Quantos anos tudo isso poderia adicionar à expectativa de vida do ser humano? Previsões apontam que millennials (nascidos após o ano 2000) talvez consigam chegar aos 135 anos. No futuro, quem sabe o que mais será possível?
 

 

Fonte:
BBC Brasil

Redação:
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